1.30.2007

Dicas.

Um site bem interessante que achei por aí é o mangacurta.

O que é a mangacurta?

O Manga curta é um concurso de Design de t-shirts 365 dias por ano. Os desenhos enviados são pontuados e discutidos livremente durante 30 dias. Após este período são seleccionados os melhores para impressão em t-shirts mangacurta. Serão produzidas em séries limitadas e assinadas. Os autores dos desenhos vencedores são premiados.

Quem criou a Mangacurta e porquê?

Mangacurta nasce num grupo de amigos que vivem no Porto e desenvolveram um conceito de T-shirt como meio privilegiado para ilustrar a nossa cultura. Ao engenho na criação de plataformas online e à experiência de Gestão, juntaram a criatividade de jovens talentosos designers num ambiente colaborativo, até alcançarem o que a mangacurta é hoje.

*Entre e confira, não perca tempo pois tem tanta coisa legal e bonita e você além de poder concorrer aos prêmios, você pode comprar camisetas bem bacanas.




por jaQ.

já ouviu falar de OhMiBod?


Pois então, é um acessório de I-pod que custa 75 euros ( cerca de 210 reais) e pode ser acoplada ao seu aparelho. A utilidade? Um vibrador que vai no balanço de seu som...Um sucesso na Europa. À venda num espaço reservado para meninas na loja parisiense Printemps e inventada pela marca francesa Yoba.

*informação retirada do blog da Ana Clara Garmendia

por jaQ.

1.29.2007

A Identidade de um Povo


“A questão da identidade não deve caracterizar uma busca por quais elementos devem fantasiar as roupas de um País”.

Lendo por aí me deparo com uma frase que de certo modo me incomodou e me fez pensar. Esses elementos que na frase são citados, são cocares, fuxicos, rendas, plumas, são texturas e cores brasileiras.

A maioria dos estilistas quando vão se referir ao Brasil, fantasia a coleção com esses elementos, por quê? De fato porque na história do Brasil esses elementos foram os que mais eram conhecidos, por ser um País tropical, de cocares e índios, mas é isso que o Brasil é hoje em dia? É justo transpassar um modo de vida que para nós brasileiros, não é a mesma coisa? Transpassar um passado e um presente como sendo o mesmo?

O Brasil dos coqueiros se transformou no de trânsito caótico como o de São Paulo, onde antes havia verde, agora tem enormes paredes de concreto e cimento dando uma paisagem mais cinza, e claro com problemas de todas as cidades grandes pelo mundo afora.

Mas há estilistas que mostram a realidade, eles estão certos? Pra mim pelo menos é o mais certo, tudo bem que o Brasil ainda possua muitas riquezas e uma natureza abundante como em nenhum outro lugar, mas o fato é que não se deve taxar um país para sempre, como se fosse aqui terra de índios tupis ainda, transpassar uma moda brasileira que nem os brasileiros usam.

“O Brasil é um país de diversidade cultural e natural. A busca por uma identidade na moda deve abranger essa pluralidade. Dessa forma, o que identificaria as criações do Brasil seriam os elementos que representassem à cultura brasileira em todos os seus aspectos, e não aqueles que transformassem as roupas em fantasias étnicas.

O Brasil está na moda, vê-se isso nas inúmeras exposições sobre o país nas mais diferentes lojas do mundo, mas são exposições de características estereotipadas. É a praia com mulheres de biquíni, o futebol e tantas outras imagens que não são o reflexo de nossa cultura como um todo. Isso não caracteriza uma identidade na moda, mas uma imagem de como vêem o país. Por isso a busca de uma identidade brasileira parece estar apenas começando, pois ela precisa se apresentar ao mundo com sua face plural, que vai do campo à cidade, da floresta à praia.”.

*frases retiradas do site Moda Manifesto.

do texto: A identidade brasileira na Moda por Bruno Ost



por jaQ.

1.25.2007

Sustentabilidade está na moda

Com o caos que anda se tornando o clima, depois de milhares de anos destruindo, poluindo e etc, enfim se pensa em investir em sustentabilidade, cada um fazendo a sua parte em prol da humanidade.

Como diz a enciclopédia wikipédia, sustentabilidade é “um meio de configurar a civilização e atividade humanas, de tal forma que a sociedade, seus membros e suas economias possam preencher suas necessidades e expressar seu maior potencial no presente, e ao mesmo tempo preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais, planejando e agindo de forma a atingir pró-eficiência na manutenção indefinida desses ideais.”.

Não é para menos que a edição dessa SPFW trata justamente desse assunto, são standes projetados para dar o ar de “estamos fazendo a nossa parte e vc?” e estilistas buscando novas formas de fazer acontecer, exemplo disso foi da Osklen que utilizou uma seda artesanal, que tem toda uma preocupação desde o plantio até a pigmentação que é natural, mas não foi a única, Alexandre Herchcovitch, Tereza Santos, Reinaldo Lourenço, Lino Vilaventura e muitos outros também buscaram novas formas.

A temática do SPFW pelo que percebi está de parabéns esse ano, tanto pela preocupação que sondou, e tanto pelas atitudes que tomou assim por todos os lados há lixeiras para plástico, metais e afins, mas pelo que andei lendo, muitos estilistas, fashionistas e pessoal do ramo ainda precisam melhorar os modos e jogar as coisas em seus devidos lugares, não é mesmo?

E você anda fazendo algo para melhorar a nossa qualidade de vida? Jogando lixo no lugar correto? Se não, essa é uma boa hora para se inspirar e fazer parte dessa mania que virou moda.

*Na foto : Alexandre Herchovitch com látex da Amazônia em um body preto, Fause Haten com patch reciclado e Tereza Santos com papel kraft (foto retirada do blog about fashion)

por jaQ.

Quem fica parado é poste?

(texto retirado da revista Simples escrito por Zeca Gutierres)


“Este texto é mais para questionar do que para esclarecer. Não que uma coisa não leve à outra... É que a idéia aqui é o processo criativo e sua constante renovação. Na moda – talvez mais que em qualquer outra arte – o que move é o novo. Cada vez mais se precisa de gente jovem, de novos olhares, do tal frescor.

Já percebeu que os anos 2000 são um retrovisor dos anos 1980. E os 1980, uma versão exagerada dos 50´s? Como a velocidade de um e-mail, uma tendência engole a outra, se recicla, se renova, se reinventa. Mas, pensando bem, o que você vê nas passarelas e nas revistas é novo? Espera: estamos falando de moda, a arte que você usa no corpo, no seu dia-a-dia. E se trata, claro, de uma indústria que emprega milhões de pessoas. Se não tem novidade, não há venda. Sem venda, não há mercado. Certo?

Mas, pense bem, não dá para encontrar um Galliano em cada esquina de Londres. Nem dá para lançar um Herchcovitch a cada evento de moda que inventam em São Paulo. Então, será que estamos entre a novidade e a falta de criatividade? É aí que vem a cópia...ou seria referência?

Então vamos para o tema direto autoral. Muitas vezes, você não sente que já viu aquela roupa ou imagem em outro lugar? Aí vêm os mais ligados no assunto e dizem que a idéia foi tirada de um estilista inglês ou francês. Certo: vale copiar? Antes disso: existe cópia, ou em tempos de Internet que fica parado é poste? Mais longe: existe um estilo brasileiro?

Você caminha pela Avenida Paulista e o que vê? Coqueiros, mata abundante e animais selvagens? Ou você vê carros, poluição visual, edifícios? É preciso plantar bananeira para se fazer uma moda tipicamente Brasil?

Uma coisa a gente pode afirmar: o princípio da explicação é o questionamento. Naturalmente que é mais fácil aceitar as coisas como elas são e ainda tentar tirar o Máximo de proveito disso – incluindo algum dinheiro no bolso. Mas, sinceramente, você quer ser mais um produto descartável? ”

*Zeca Gutierres é jornalista, contribuiu para o livro O Brasil na Moda e, atualmente, edita o Gibi Erótico e trabalha no site Glamurama.

Aberto para discussões.



por Laís.

1.24.2007

IV PRÊMIO JOÃO TURIN DE INCENTIVO AOS NOVOS DESIGNERS DE MODA


OS doze finalistas do IV PRÊMIO JOÃO TURIN DE INCENTIVO AOS NOVOS DESIGNERS DE MODA já foram escolhidos.
A decisão ficou sob a responsabilidade de uma equipe de doze avaliadores que se reuniu na terça-feira, dia 5 de dezembro, no Solar do Rosário.
Nesta edição o tema é Tropeiros na Rota da Moda: trajes, acessórios usados pelos tropeiros,
seu estilo de vida e o período da história marcado pela influência da passagem das tropas no Paraná e Santa Catarina serviram de fonte de pesquisa para elaboração dos trabalhos participantes do IV Prêmio João Turin.

os finalistas foram:

Andrequiele Helena Gelbhar (SENAC/Pr)
Bárbara Cristina Leão (SENAI/Pr)
Caroline Santos da Silva (UNIVALI/Camboriú/Santa Catarina)
Eliziane da Silva Dalcomune (SENAC/Pr)
Fábio Eduardo do Prado Bartz (SENAI/Pr)
Gabriela Àbdulmassih (Universidade Tuiuti do Paraná)
Kalinka Maria Braga Franco (Universidade Tuiuti do Paraná)
Marcelle Cristine Pereira (Universidade Estadual de Londrina)
Mariana Betinardi Strapasson (SENAI/PR)
Nastasha Bona de Andrade (Universidade Tuiuti do Paraná)
Patrícia Bedin Alves Pereira (Universidade Estadual de Londrina)
Valdirene Gruber (UDESC/ Florianópolis/Santa Catarina)


A comissão avaliadora foi composta por:

Adélia Maria Lopes, jornalista/Jornal Indústria e Comércio;
Celinha Buschle, consultora de moda;
Danielle Brito, jornalista/ editora do suplemento Viver Bem, Gazeta do Povo;
Elgson Lourenço, designer de produto;
Isabel Raad, estilista;
Léa Cardoso Villela, pesquisadora do Museu do Tropeiro de Castro;
Luciana Falcon, estilista;
Lúcia Casillo, jornalista e diretora do Solar do Rosário;
Márcio Assad, tropeirista;
Ney Souza, estilista;
Paulinho Maia, figurinista
Zilda Fraletti, marchand e galerista.

Além do troféu, assinado pelo artista plástico Valdir Francisco, o vencedor vai ganhar uma bolsa de estudo para um curso intensivo de verão na Domus Academy, de Milão e o segundo colocado, uma bolsa de estudo para um curso intensivo de verão na NABA, também em Milão.

Os looks escolhidos serão entregues no dia 12 de fevereiro e a premiação acontecerá no mesmo mês quando acontece o Curitiba Fashion Art, que ainda não tem data definida.

*informações retiradas do site do Curitiba Fashion Art.

por jaQ.

1.23.2007

Elementos do design


"Criar é uma questão de misturar elementos conhecidos de uma maneira nova e estimulante para gerar combinações e produtos diferentes. Os principais elementos da criação de moda são silhueta, linha e textura, e as formas como esses elementos podem ser usados, chamados de "princípios", são repetição, ritmo, gradação, radiação, contraste, harmonia, equilíbrio e proporção. O uso dessas variantes causa uma reação - às vezes explicíta, às vezes subliminar - em quem veste e em quem vê. Entender e controlar essa reação é essencial para criar a moda. Os motivos para um modelo funcionar ou não nem sempre são claros. Em certos casos a reação pode ser até de aversão ou choque, mas o elemento "choque" pode ser também positivo em termos de moda.
A capacidade de articular e analisar o que está acontecendo com uma roupa permite correções, ampliações e desenvolvimento da criação. Embora uma boa parte das crianções mais estimulantes ocorra por um feliz acidente, é uma grande vantagem ser capaz de refletir sobre o efeito de seu trabalho, explicar o que é intencional e dimensionar a distância que lhe falta para chegar ao resultado desejado. O conhecimento dos elementos e princípios do design também vai ajudá-lo a avaliar os pontos fortes de outros estilistas e perceber as tendências e transformações do mercado."


texto retirado do livro : Fashion Design, manual do estilista de Sue Jenkin Jones
pag.99
ilustração tirada do site Fashion Summer Course
de : Antonio Jose Marco Parrado (Spain)

por jaQ.